terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Você ouve seu coração?


Nem sempre é possível sermos sinceros, expor abertamente o que sentimos e pensamos, seja a respeito de pessoas ou situações....
Tem coisas que precisam ficar guardadas no coração. Confessar? Somente pra Deus, que  é o Unico que nos conhece completamente, sabe até o que pensamos!
Quando somos crianças, é tudo tão fácil...se não gostamos de alguma coisa, dizemos; se alguém não nos agrada, ninguém liga se falamos "na cara", pelo contrário, acham até "engraçadinho"...e dizem: Criança não mente...
Mas quando nos tornamos adultos somos obrigados a guardar certos sentimentos, simplesmente porque eles não convém...
Se você não gosta da companhia de uma pessoa, disfarça, sai fora... procura evitá-la.
Se ao contrário, você gosta demais de alguém, mas essa companhia, por diversas razões, não convém, também tem que guardar esse sentimento para que ele não se torne um problema.
Enfim, revelar sentimentos, algumas vezes podem nos colocar em situações desagradáveis, até em apuros.
Como seria bom se pudéssemos colocar pra fora tudo que sentimos, incosenquentemente, sem temores.... Mas, não é assim que funciona, a vida não é assim, a convivencia em sociedade nos obriga a nos omitir...
Demonstrar ciumes também é um problema, simplesmente porque pode nos desvalorizar, transferir a razão para o outro e fazê-lo se afastar......
Qual seria a saída? A solução?
Pensar com a emoção ou sentir com o pensamento?
Pois é...melhor ouvir a razão, prestar atenção nos sinais ao redor, perceber o que pode ser consequência e desviar dos perigos. Acredito que isso é viver com responsabilidade percebendo que as escolhas que fazemos não afetam somente a nós, mas a quem está do nosso lado também...
Ouvir a voz do coração?? Não dá....
Melhor sentir com o pensamento...

Um comentário:

  1. Crianças não tem uma coisinha chamada "bom senso". Por isso falam o que pensam sem escolher hora ou lugar, simplesmente jogam pra fora o que lhes vem a cabeça e os pais que se virem para sair dessas "sais justas" que seus pequeninos os colocam! Tenho certeza que quem tem filhos pequenos já se viram em maus lençóis por causa dessa espontaneidade infantil. Quando se é adulto a coisa muda, pois, junto com a maturidade adquirimos esse negócio chamado bom senso (existe algumas exceções, claro! rs), que nos obriga a medir as plalavras, a policiar nossas atitudes em nome da boa convivencia, é o que chamamos de "política da boa vizinhança". Enfim, nas relações humanas é preciso cautela para não meter os pés pelas mãos e por a perder em apenas alguns instantes um relacionamento que foi construido pouco a pouco na base do respeito mútuo considereção e amor. Por isso queando nos sentirmos encuralados pela razao x emoção, é primordial colocarmos tudo isso na balança e em vez de ouvirmos a voz do coração, ouvirmos a voz da razão que ao contrário do muitos pensam, essa é a Voz de Deus! essa voz que ouvimos suavemente, e nos indica o caminho que devemos seguir, mas, que infelizmente, muitas vezes acaba sendo abafada pela voz do coração, que grita e exige que façamos a vontade dele. Por isso é preciso estar atenta para discernir essas duas vozes, saber reconhecer a voz de Deus, para então fazer a escolha certa, é ela que nos desviará do caminho da morte, seja essa morte física ou espiritual.

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